Archive for the 'Sem categoria' Categoria

Bárbara

DO CÉU AO INFERNO

O futebol brasileiro celeiro de tantos craques nos mostra de quarta a domingo diversas competições. Como a qualidade dos jogos oscila, incrível! Enquanto um time mostra futebol de classe, categoria, outros mancham a história do nosso esporte.

Corinthians x Tolima
Ta todo mundo perguntando, faltou o que?! Parece questionamento de fim de casamento, namoro. Mas o sentimento não poderia ser diferente. É o fim de um sonho para milhares de torcedores que acreditavam que 2011 seria melhor. E talvez um ponto final na ilusão de uma diretoria que um dia acreditou que conquistaria mais um título nas costas do Ronaldo. O Corinthians demonstrou falta de planejamento, estrutura e outras coisas mais. Uma vitória diante do Palmeiras, no clássico do final de semana pode até ser o recomeço, futebol é momento. Para superar a queda, só levantando. Mas difícil vai ser o torcedor se conformar que o seu clube foi o primeiro a ser desclassificado na Pré Libertadores.

“Ronaldinho” x Nova Iguaçu
Sejamos sinceros: nem se Vander, Leo Moura ou Deivid fizesse um gol de bicicleta roubaria a cena de Ronaldinho Gaucho. A capa dos jornais, as páginas na internet e a televisão continuariam mostrando a estréia do craque, o passe de letra, o golpe de vista, a cobrança de falta. E mais, Ronaldinho parecia anestesiado ao olhar para uma multidão com cartazes e máscaras que o ovacionavam. Não caiu nesse papo que jogador volta pro Brasil em prol da sua felicidade. Papo furado! Mas ontem, emocionando, Ronaldinho Gaúcho mostrou que o calor da torcida rubro negra pode sim fazer a diferença.

Todo mundo analisou o desempenho do jogador. Uns acham que ele não foi bem, outros gostaram, alguns até se surpreenderam. Para mim, ou melhor, para quem gosta do futebol inteligente – quando o campo não é um tatame de luta – é um presente te-lo no futebol Brasileiro. Sem mais.

Seleção Sub 20.
Não sei se vai vencer o Pré Olímpico, muito menos se vai para as Olimpíadas, o que eu tenho certeza é que a Seleção Brasileira sobra no torneio. É muito bom ver essa garotada jogar. Um grupo jovem com talento, e uma comissão técnica que valoriza esse talento. Há muito tempo no nosso futebol o bom jogador são aqueles brutamontes, raçudos que dispõe de pouquíssima técnica. É bom saber que as pessoas certas não pensam assim. Também não concordo que categoria de base é só para formar jogador e que as competições pouco somam no crescimento desses profissionais. Os problemas nas nossas categorias de base vão muito além dessas teorias infundas. Falta sim, investimento, estrutura e valor. Por enquanto, eu agradeço por saber que uma nova geração está se consolidando rumo a 2014.

Bárbara

MUDANÇA DE PLANOS : COMEÇAR PELO ESTADUAL

Muricy Ramalho realmente mudou. Não estou falando de mudança de humor, perceptível após trocar o trânsito de São Paulo pelas caminhadas na praia do Leblon na cidade maravilhosa.

Na época que treinava o tricolor paulista, quando o clube disputava a Libertadores, o comandante não parecia preocupado com estadual. No Rio de Janeiro, após quatro rodadas no Carioca, é possível observar que para Muricy a competição é mais que um ajuste final para a Libertadores. As duras cobranças a beira do gramado, a escalação da equipe principal – por mais que o torneio internacional ainda não tenha começado- e a preocupação com saldo de gols – pensando na liderança do grupo-, faz do Fluminense uma equipe focada também no Carioca.

O time manteve a base e se fortalece a cada rodada no estadual. Mas como nem tudo são flores, um setor preocupa: o sistema defensivo. Quando falo de defesa não estou me referindo somente aos dois zagueiros, e sim a todos os jogadores diretamente responsáveis pela zona de perigo. Nas laterais, a fome por atacar prejudica a defesa, no meio campo poucos jogadores de contenção – não que deveria ser diferente, mas é preciso cuidado -, na zaga a insistência em marcar a bola ao invés do jogador, e no gol a maior preocupação: Diego Cavalieri está longe de passar confiança.

Muricy Ramalho, mesmo com os ótimos resultados até aqui, está de olho em todas essas falhas. Nas últimas partidas as broncas na beira do gramado foram exatamente para o setor defensivo, principalmente para o gol.

Mas os gols marcados por Fred e Carlinhos – os mais bonitos da equipe até então –, as atuações de Mariano, a volta do Marquinho e Conca ao meio campo, a participação de Willians diante do Cabofriense, mostra que o torcedor tem motivos para estar otimista.

É claro que Muricy quer arrumar a casa para a Libertadores. Mas esse ano sua gestão tem uma particularidade. Após consagrar- se um vencedor nato no Brasileiro, ele parece querer acabar com a seca de títulos nos estaduais, já que passou em branco por está competição quando estava no São Paulo ( vice-campeão em 2006, quando a disputa era por pontos corridos, e caiu nas semifinais em 2007, 2008 e 2009). Se esse for o primeiro objetivo de 2011, o torcedor tricolor carioca agradece.

Bárbara

NÃO É SEXTA – FEIRA 13, MAS PARECE

O torcedor vascaíno acordou cheio de perguntas, e com algumas respostas. Uma delas é: nada justifica o inicio desastroso de 2011. Eu disse nada! Não dá para culpar nem o fraco time, nem o PC Gusmão. Faltaram contratações? Pensei que elas começariam a fazer falta no clássico contra o Flamengo. A culpa é do treinador? Nesta quinta – feira ele escalou todo mundo, Dedé, Anderson Martins e Eduardo Costa.

Contra o Boavista, na derrota por 3 x 1, Fagner e Éder Luis tentaram, mas pareciam os únicos com vontade de inverter a situação de crise. O restante do grupo mostrou que a camisa do Vasco infelizmente pesa. Falta para os jogadores exatamente o que eles vivem pedindo à torcida: paciência.
Assistindo na cadeira cativa aos rivais acumularem títulos – com a dupla Fla-Flu se tornando campeã nacional e o Botafogo levando para casa o Carioca no ano passado – o Vasco parece conformado com o jejum de títulos. Não está perto de encerrar a seca agora, e nem mostra forças para reagir num futuro próximo. Com a omissa diretoria, a volta por cima parece distante.

Nenhum jogador que está no Vasco hoje é remanescente de 2003, quando o time conquistou o último título Carioca. A responsabilidade do jejum não deve cair num grupo que por ora parece vítima de tanto descaso do clube com o departamento de futebol.
Mas os jogadores que chegam no clube, beijam o escudo e vestem a camisa do Vasco, devem (ou deveriam) conhecer a história do Expresso da Vitória, o time imbatível de 1950, que premiou a torcida com grandes títulos e revelações para a Seleção Brasileira. Se em cinquenta eles nem eram nascidos, na década de 90 viram pela TV o bi Brasileiro, a Libertadores, Mercosul, sem contar os estaduais.

Felipe, que deixou o Engenhão vaiado nesta quinta – feira, é a única exceção. Da condição de ídolo, Campeão Brasileiro em 1997 e 2000, da Libertadores e da Mercosul, ele passou a fazer parte de um grupo que está manchando a centenaria história cruzmaltina.

Bárbara

JOGAR PELO CLUBE

O estadual também é cheio de surpresa, mais pelos erros dos jogadores que vestem a camisa do time favorito, do que pela partida em si. Os pequenos esperam o tropeço dos grandes, chutam de fora da área e com uma pitada de sorte vencem a partida. Na última rodada eles contaram com uma ajudinha de grandes jogadores: Rogério Ceni no São Paulo e Roberto Carlos no Corinthians. Vale lembrar que estou longe de crucificá-los, muito menos colocar o tropeço na conta deles. O post de hoje vai para o Timão.

Manter a base do ano anterior é quase a fórmula do sucesso para a equipe vencer o estadual. Mas outras variantes não podem ser jogadas no lixo. Futebol são onze, um grupo que batalha pela hegemonia, sintonia. Quando você joga por si, pensando na sua carreira, e ignora por instantes o escudo da camisa que veste, o problema está plantado. A prioridade de vencer a Libertadores é unânime entre os clubes que disputam o torneio. Eu disse prioridade! Mas a vontade, a garra, a entrega tem que existir em todos os campeonatos. Lembrando: não é por você, e sim pelo clube.

Faltou vontade ao Corinthians na última partida antes da estreia na Libertadores. O erro do Roberto Carlos que culminou no gol do Noroeste foi um detalhe perto do excesso de individualismo dos alvinegros. Contra o Bragantino, Ronaldo não esteve em campo, no jogo com o Noroeste o craque parecia também não estar, a bola não chegava nele.

No sistema defensivo Chicão e Castán estão fora de sintonia e no meio Jucilei ainda sente falta de Elias.

Situações táticas que serão solucionadas com treino e bastante conversa. Contra o Tolima (COL), Tite deve escalar a equipe no 4 -3 – 3 com Jorge Henrique recuado. O teste aconteceu contra o Noroeste e a equipe melhorou bastante. Ajuste tático é importante, encontrar a melhor formação também. Mas o que o grupo do Corinthians precisa entender é que não dá para cometer o mesmo erro do ano passado.

Bárbara

TALENTO TEM, O RESTO ELES AJUSTAM

Fica difícil comentar sobre uma seleção quando o elogio se torna redundante, que a vitória nem surpreende mais. A Seleção Brasileira sub-20 parece o grupo dos sonhos, com jogadores acima da média. Atletas capazes de tornar a temporada do futebol Brasileiro ainda mais atraente em 2011.

As duas primeiras partidas começaram tarde, 00h10m. Mas quando a bola rola qualquer apaixonado pelo bom futebol perde O sono. Quando Neymar, Lucas e Casemiro aparecem, a expectativa por um drible ou um belo passe é grande. São simples garotos que fora de campo parecem ainda imaturos. Pouca experiência aliado a um futuro cheio de ansiedade e expectativa. As características de jovens meninos buscando espaço na profissão parecem transportadas para dentro de campo, e sem temer as entradas duras dos adversários, a represália da imprensa com uma possível má atuação, eles partem pra cima, jogam pra frente, arriscam jogadas de efeito….Volto a acreditar que o velho futebol arte nunca foi esquecido, e sim ignorado por alguns.

A analise tática da partida, a eficiência da Colômbia , os méritos do Ney Franco, tudo isso está sendo devidamente reconhecido. Mas o que enche os meus olhos é que em tão pouco de tempo de futebol e salários milionários, esses meninos demonstram saber o valor de vestir a maior camisa do futebol mundial. Com pés no chão, talento, trabalho e competência nós vamos muito mais longe.

Agora sim começou o ano, jogos oficiais, equipes estruturadas e outras nem tanto. É um equívoco fazer grandes previsões para a temporada 2011, os times estão testando suas tímidas contratações e colocando os veteranos para correr. Podemos fazer apenas algumas obervações.

A partida entre São Paulo e Mogi Mirim não foi um espetáculo, muito menos uma exibição de gala do tricolor. Mas mesmo sem Fernandão, Marlos, e as jovens promessas que estão defendendo a Seleção Brasileira Sub 20, o São Paulo conseguiu uma vitória importante e voltou a mostrar interesse na competição após cinco anos sem o título estadual e sete anos voltados exclusivamente para Libertadores. Fora da competição internacional, o Paulista é o primeiro passo para o clube retomar a confiança do torcedor.

No primeiro jogo oficial do ano, o time não foi uma decepção, mas também não entusiasmou a torcida. A equipe explorava exclusivamente o contra ataque, principalmente pelos lados, aproveitando Ilsinho ( melhor em campo na minha opinião) na meia direita. O que faltou foi criatividade, a saída de bola lenta de Rodrigo Souto e Cleber Santana também prejudicou a equipe. No ataque, Mazola esteve apagado e Fernandinho teve lampejos de bom futebol, como no passe para o gol do Marcelinho Paraiba. Juan fez uma boa estreia, chamou o jogo para si diversas vezes, mas não foi acionado na defesa.

A dúvida vai ficar mesmo na formação do meio campo. Ilsinho declarou que vai disputar vaga com Marlos, Lucas e cia. Enquanto não chegam os reforços a aposta gira em torno de Lucas, Casemiro, Bruno Uvini, Henrique, William José que estão com a seleção. E me desculpem os críticos, o São Paulo sem desfalques é um baita time!

Bárbara

E o Goiás, hein?

Domingo é a grande decisão. Com ou sem mala branca estou ansiosa para ver o espetacular futebol. Começando de cima para baixo, o jogo mais cobiçado da rodada é o que vale a última vaga do G4. Grêmio e Botafogo se enfrentam no Olímpico. O clube carioca não vence os gaúchos fora de casa desde 1995, quando o time da estrela solitária foi campeão Brasileiro. Mas a equipe que vencer domingo só vai poder comemorar ou não a vaga na Libertadores no dia oito de dezembro. Tudo isso por causa de um suposto desacreditado rebaixado para série B. Explicações? Coisas do futebol.

O Goiás fez o dever de casa e venceu o Indepediente no Serra Dourada por dois a zero e pode perder por um a zero em Avellaneda que leva o título sul-americano. Não será uma tarefa fácil. Na minha concepção, o Goiás só poderia viajar tranquilo se tivesse conseguido no jogo de ida um placar elástico. Mas se levar em consideração as conquistas do clube goiano fora de casa ( classificou-se com ajuda do regulamento, perdendo para Peñarol no Uruguai, venceu o imbatível Grêmio no Olímpico e o Avaí, na Ressacada) colocar o regulamento debaixo do braço será o principal ingrediente para o título.

O título do Brasileirão que ainda pode ser conquistado por três clubes está na mão do Fluminense. Mesmo se receber mala branca, o Guarani continuará sendo aquele time limitadíssimo, com campanha pífia na competição e que carimbou o passaporte para a série B com antecipação. Mesmo com a força de vontade do clube campinense movido por um montante de dinheiro, o Fluminense tem a obrigação de vencer o Guarani se sonha em ser campeão. Caso contrário, a equipe da milionária Unimed, do técnico Muricy Ramalho, das estrelas Conca, Deco, Emerson e Fred não merece levantar o caneco.

Bárbara

ONDE ENTRA O FUTEBOL?

Enquanto as polêmicas em relação a arbitragem dominam as mesas redondas, outros assuntos muito mais interessantes passam em branco. Como por exemplo, o rendimento das equipes em campo.

O Fluminense há muito tempo não apresenta um futebol de líder. Com ausências nos diversos setores da equipe, o concorrente ao título deixou a desejar e por muitas vezes teve a sorte ao seu lado. Destaco os últimos jogos, o empate com o Inter e Góias e a vitória contra o Vasco.

O tricolor aposta muito nas jogadas aéreas, foi por isso que Muricy Ramalho apostou em Valencia ao invés de Diguinho para iniciar a última partida. Para Muricy, Valencia é eficiente nas bolas altas. Mas a dificuldade tem sido acertar os cruzamentos, e olha que contra o Góias, dois jogadores de referência estavam dentro na áerea: Fred e Washington. Mesmo assim, a jogada só conseguiu assustar na segunda etapa, aí parecia tarde demais. Os centroavantes juntos, tentaram, mas foi Rodriguinho que sofreu o pênalti e junto com Conca ajudou o Flu a se manter na vice liderança da competição.

Contra o São Paulo Gum estará de volta e a expectativa gira em torno da recuperação de Emerson, atacante que faz muita falta ao elenco tricolor. Faltando três rodadas para o fim do Brasileirão, vamos dar espaço ao que realmente interessa. Aposto no bom futebol, na disputa dentro de campo, no peso da camisa e na força da torcida. Mais relevante que o pênalti polêmico em Ronaldo, foi o tropeço do Fluminense, que agora terá que fazer muito mais que vencer São Paulo, Palmeiras e Guarani. E o olho gordo do tricolor já começa sábado. E não será por causa de erros da arbitragem, e sim por incopetência própria.

Bárbara

“MINHA EDUCAÇÃO, DEPENDE DA SUA”

Quem gosta de chegar ao ambiente de trabalho e levar uma patada? Acho que ninguém, ou quase ninguém. Você jornalista experimente chegar no seu local de trabalho e descontar seus problemas no entrevistado. No mínimo vão dizer que você não tem ética, não é profissional.

Mas por quê o contrário pode acontecer sem qualquer repúdio ou pelo menos respaldo?É lamentável a grosseria de técnicos tão consagrados e competentes com a imprensa brasileira. Os jornalistas  muitas vezes perdem a razão, fazem perguntas nada pertinentes. Mas cada um tem o respeito que merece, minha educação depende da sua. Ditado antigo e pouco aplicado no mundo do futebol, quando os sentimentos exacerbados deveriam limitar-se as 4 linhas, alcançando no máximo o vestiário.

Não é a primeira vez que vejo Muricy Ramalho exaltado, chateado. Hoje  não estive presente na atividade quando ele mais uma vez foi ríspido, mal educado, comportamento que não compete ao profissional do nível que ele é. Talvez não importe para o Muricy o que significa para um profissional estar ali, realizando o seu trabalho, tendo a oportunidade de entrevistar o tricampeão brasileiro. Mas nem por isso, se deve tirar o direito de um profissional a questionar, a construir o seu trabalho, a tentar dar o melhor. Se você não está em um bom dia, chateado, não fale com a imprensa, não atrapalhe o trabalho alheio. Jornalismo é uma profissão séria para muitos e brincadeira para poucos.

Bárbara

SÃO 23 NOMES. É COMO TIRAR NA SORTE GRANDE

São 23 convocados. Vários jogadores de qualidade ficam de fora, não tem jeito. Uma vaga na Seleção Brasileira é como tirar a sorte grande. Como explicar a ausência de jogadores como Nilmar? Mano Menezes explica.

Muito se fala sobre o bom e incontestável trabalho de renovação do comandante da seleção principal. A cada lista, novos nome aparecem. É pouco tempo para grandes avaliações. A tal coerência tão citada por Dunga ainda não apareceu na seleção de Mano. Não apareceu porque ele ainda não teve tempo, são poucos testes. Resultados, análises, só mais pra frente.

Mas quando questionado sobre as mudanças e inovações, o ex-técnico do Corinthians sempre tem explicações plausíveis. Para Mano, Nilmar ficou de fora porque André seria o substituto direto de Alexandre Pato em caso de uma possível lesão do jogador do Milan – Pato que joga no final de semana o clássico contra a Inter de Milão.

Ronaldinho Gaúcho volta, e traz com ele a experiência, e a “maladragem” a altura do amistoso. Além disso, o entrosamento dos jogadores que atuam no Milan. Contra a Argetina, Gauúho, Pato e Robinho podem estar juntos.

Douglas foi a grande supresa. Não pelo futebol que apresenta que é de alta qualidade. Mas pelo peso da partida e, por outros nomes que brilham tanto quanto ele, que não apareceram na lista, como é o caso do Hernanes. Nesse caso, Mano também justificou-se. Douglas possui as mesmas caracterísiticas que Ganso, machucado. Daí a escolha por ele, ao invés do jogador da Lázio.

Dentre todas as jusitificativas, Mano Menezes voltou a deixar claro que as vagas para a seleção estão abertas. É como uma oportunidade no mercado de trabalho, cada dia mais competitivo. É preciso mostrar trabalho, ser copetente e ter uma pitada de sorte. Mano prova a cada convocação que está de olho no futebol em todas as partes do mundo. E que vaga cativa, só a dele.

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