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PARA ENTRAR PARA A HISTÓRIA!

TRICOLORES!

Venho por meio desta lhes dizer o seguinte: O QUE VOCÊ VIU ONTEM FOI HISTÓRICO!

Mítico estádio de La Bombonera, dia 07 de Março,  21h45 , o Fluminense entra em campo, sobre fortes vaias da torcida adversária, motivo de medo?

O time não mostrou isso em campo. Podemos até dizer que com um pouco mais de ” coragem”  poderiamos ter presenciado uma goleada.

Não dá para se avaliar o que acontece com o Boca quando enfrenta o Fluminense! Seria medo? Seria respeito demais? Não sei mas quando se entra em campo contra o Flu, as coisas mudam a camisa se agiganta, e nem mesmo o caldeirão fervendo que é a Bombonera, se cala.

Obrigado, Deco , Fred, Cavallieri, Diguinho ao nosso time de guerreiros por me fazer a cada dia mais presenciar histórias que com CERTEZA irei contar aos meus filhos.

Pra finalizar: ”PRAZER BOCA JUNIORS, ISSO É FLUMINENSE”

Postado por: Eduardo Miranda

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60 anos do título Mundial!

Em 2012, mais precisamente no dia 02/08/2012, o Fluminense comemora o aniversário de 60 anos da conquista da Copa Rio, apelidada na época de Campeonato Mundial de Clubes.  O torneio reunia os oito principais campeões da Europa e América do Sul. Divididos em dois grupos, eram eles:

Grupo A

Fluminense FC. (campeão Carioca 51)

Peñarol (Campeão Uruguaio 51)

Grasshopper Club (Campeão Suíço 51/21)

Sporting  (Campeão Português 51/52)

Grupo B:

Corinthians (Campeão Paulista 51)

Libertad (2º Campeonato Paraguaio)

Áustria Viena (2º Campeonato Austríaco)

F.C. Saarbrucken (2º Colocado Campeonato Alemão Ocidental)

Na partida de estréia, no dia 13 de Julho de 52, o Fluminense recebeu o Sporting-POR  no Maracanã e ficou no 0 a 0 diante de 73.915 torcedores. Na partida seguinte para um público mais modesto (19.703), o tricolor das laranjeiras conseguiu a primeira vitória do Mundial. Precisando da vitória para garantir a classificação para as semifinais, a torcida lotou o Maracanã 63.536 e o Fluminense goleou por 3 a 0 o poderoso time do Peñarol, se classificando em primeiro lugar do grupo com 5 pontos. Na época, a vitória valia 2 pontos.

Em um time recheado de ídolos como Castilho, Pinheiro, Telê Santana, Orlando, Didi, Bigode, Marinho, entre outros, o Flu enfrentou na semifinal o Áustria Viena, que era uma das melhores equipes da Europa, na época. Uma vitória magra por 1 a 0 no primeiro jogo e uma goleada por 5 a 2 no segundo, garantiram o Flu na final da Copa Rio.

Após vencer todos os seus adversários, o Corinthians garantiu a outra vaga na final do Mundial. Jogando no Maracanã, o Fluminense fez valer a vantagem de jogar em casa e abriu o placar aos 22′ do primeiro tempo com gol de Orlando Pingo de Ouro, que chegou ao 5º gol no torneio, garantindo, ao lado de Marinho, a artilharia do campeonato. Aos 25′ do segundo tempo, Marinho marcava seu quarto gol na competição e fechava o placar. Fluminense 2, Corinthians 0.

Ficha técnica: Fluminense 2 x 0 Corinthians

Data: 30/07/1952.

Local: Maracanã, Rio de Janeiro.

Fluminense: Castilho; Píndaro e Pinheiro; Jair, Édson e Bigode; Telê (Robson), Didi, Marinho (Simões), Orlando Pingo de Ouro e Quincas. Técnico: Zezé Moreira.

Corinthians: Gilmar; Homero e Olavo; Idário, Julião e Sula; Cláudio, Luizinho, Carbone, Gatão (Jackson) e Mário (Colombo). Técnico: Rato.

Árbitro: Joaquim Campos (Portugal).

Público pagante: 27.094.

Público presente: 38.680.

Renda: CR$ 770.590,90.

Gols: Orlando Pingo de Ouro (aos 22 minutos do primeiro tempo) e Marinho (aos 25 minutos do segundo tempo).

No segundo jogo da decisão, o Fluminense não sentou em cima da vantagem, e partiu pra cima logo no início do jogo, abrindo o placar, e a vantagem, aos 10′ do primeiro tempo, com gol do mestre Didi. Após segurar o resultado durante toda a primeira etapa, o Flu não cedeu à pressão do Corinthians e sofreu o empate aos 11′. Não satisfeito com o empate, Marinho marcou mais um pro Fluminense aos 19′ mas Souzinha voltou a deixar tudo igual aos 44′ minutos. O empate em 2 a 2 garantiu ao Fluminense o título, invicto, de Campeão Mundial de 1952!

Ficha técnica: Fluminense 2 x 2 Corinthians

Data: 02/08/1952.

Local: Maracanã, Rio de Janeiro.

Fluminense: Castilho; Píndaro e Pinheiro (Nestor); Jair, Édson e Bigode; Telê (Róbson), Didi, Marinho, Orlando Pingo de Ouro e Quincas. Técnico: Zezé Moreira.

Corinthians: Gilmar; Homero e Olavo; Idário (Sula), Goiano e Julião; Cláudio, Luizinho (Souzinha), Carbone, Jackson e Colombo. Técnico: Rato.

Árbitro: Gabriel Tordjaman (França).

Público pagante: 53.074.

Público presente: 65.946.

Renda: CR$ 1.506.379,00.

Gols: Didi (aos 10 minutos do primeiro tempo), Jackson (aos 11 do segundo), Marinho (aos 25 do segundo) e Souzinha (aos 44 do segundo).

Ganhamos porque nosso time tinha união. Não existia essa de fulano é melhor que beltrano, todos se respeitavam independente da posição, habilidade ou status.- Pinheiro.

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Em comemoração a 60 anos do Mundal de 52, a marca ‘Torcedores Fanáticos” criou uma linda bermuda do Flu com o 52 (em alusão ao Mundial) estampado. Para ter a bermuda do Fluzão basta entrar neste link: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.267391129976110.59208.267390239976199&type=3 e participar da promoção!

Amigos Tricolores,

a Copa Libertadores começa oficialmente no dia 25 de janeiro de 2012, mas para nós tricolores ela já começou.  Entre um planejamento que envolve contratações pontuais e uso de time misto na Taça Guanabara, o estudo dos times adversários na principal competição sul americana também se faz necessário para o êxito.

Nesse post tentarei deixar você, torcedor tricolor, e apaixonados por futebol, mais familiarizado com esses “monstros” da América.

O AZARÃO

Começo pelo time mais fraco e menos conhecido do grupo, o Zamora da Venezuela. Fundado em 1977, o Zamora subiu para a primeira divisão do campeonato nacional na temporada 2005/06. Desde então costuma ocupar o meio da tabela. Campeão somente de uma Copa Venezuela em 1980, o Zamora fez em 2010/11 a melhor temporada de sua história, sendo vice-campeão do Clausura e garantindo assim pela primeira vez uma vaga na Libertadores. Em 2007 e 2009 ele disputou a Copa Sul americana mas foi eliminado, ambas as vezes, na primeira fase. Joga em um estádio acanhado para 28.000 pessoas, porém, está longe de ser uma equipe popular na Venezuela.

Resumindo: é um time pequeno do fraco futebol venezuelano. Não preocupa.

A INCÓGNITA

Como bom tricolor, acredito em milagres no futebol, mas acreditar que o Sport Huancayo do Peru vá ganhar do Arsenal-ARG na pré-libertadores já é demais. Portanto, analisarei somente o Arsenal de Sarandí.

Não tem como falar do Arsenal sem lembrar da histórica goleada por 6 x 0 em pleno Maracanã. Provavelmente foi a melhor exibição de futebol que eu vi do Fluminense em toda minha vida. Que show! Mas, não podemos nos apegar ao passado, os times mudaram e argentino em Libertadores é pra ser sempre respeitado.

http://www.youtube.com/watch?v=xXHlEeFdWqM

Após um terceiro lugar no Apertura 2010, o Arsenal vem de duas campanhas apenas regulares. 11º no Clausura 2011 e 10º no Apertura 2011. Por sorte, conseguiu a classificação para a Libertadores através da Sul americana, onde foi eliminado para o ótimo time da La U nas Quartas de Final. Em um time limitado tecnicamente e sem grandes nomes, os destaques ficam para Guillermo Burdisso, “El Guille” como é tratado carinhosamente pela imprensa argentina e irmão do zagueiro Nicolas Burdisso que defendeu a seleção argentina nas Copas de 2006 e 2010, que marcou 4 gols no Apertura mesmo atuando como Zagueiro, e para o experiente goleador da equipe Mauro Óbolo.

Mesmo não vivendo um grande momento, é uma equipe já acostumada a disputar esse tipo de competição.  Sem dúvidas, darão bastante trabalho, principalmente no campo deles, onde perdemos por 2 a 0 em 2008.

O BICHO-PAPÃO

6 x campeão da Libertadores e 3 x vice-campeão, o Boca Juniors preocupa qualquer time da América só pela sua história. Se não bastasse isso, “o Boca voltou a ser aquele Boca”. Fora da Libertadores desde 2009, os Xeneizes voltam com tudo. Invicto há 29 jogos e Campeões do Apertura 2011 com 3 rodadas de antecipação, sofrendo apenas 7 gols em todo o campeonato, os argentinos entram não só como favoritos do grupo e sim como um dos favoritos de toda a competição.

Voltando a atuar no esquema 4-3-1-2, utilizado na “Era Bianchi” e comandado dentro de campo por Juan Róman Riquelme, o Boca Juniors soube se adaptar a aposentadoria do maior artilheiro da história do clube, Palermo e conciliou essa renovação concedida pelo técnico Julio Cesar Falcioni com a experiência de velhos nomes como o lateral esquerdo Clemente Rodriguez  e o já bastante criticado zagueiro, Schiavi, que hoje disputa com Riquelme e o goleiro Orión, o craque do Apertura 2011.

http://www.youtube.com/watch?v=NwXX0zoHoOU

Jogando com 3 volantes, Somoza, Rivero e Erviti, que sabem sair jogando, o Boca Juniors tem como arma a qualidade do passe, passando as jogadas sempre pelos pés de Riquelme, para chegar com velocidade no ataque. Lá na frente, com a contusão do centroavante Viatri, o até então segundo atacante Cvitanich assumiu a posição de 9 do time, jogando com Mouche mais aberto pelas ponta, formando assim um ataque bastante veloz. Apesar dessa “improvisação” ter dado certo, o Boca Juniors está procurando um centroavante de origem para a Libertadores. Na imprensa argentina, o nome de Santiago Silva (atualmente na Fiorentina, ex-Vélez) ganha força, apesar dos dirigentes xeneizes considerarem a contratação bem difícil.

É, tricolores, Libertadores não é fácil. Libertadores não se ganha só com técnica, só com um bom time. Libertadores também se ganha no grito. Façamos do Engenhão nossa segunda casa. Façamos o tão temido Boca tremer mais uma vez no Rio de Janeiro. Façamos do Fluminense Football Club o campeão da Libertadores 2012.

A campanha já começou!

Vamos Fluminense, com garra e com raça!

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Que venha a Liberta!

Caros Tricolores,

não deu! Mas nós brigamos! Mais uma vez mostramos ao Brasil que não se pode duvidar desse time. Após um primeiro semestre para se esquecer, uma Libertadores com interino, crise interna, problemas particulares de alguns jogadores, espera de 3 meses por um treinador e um primeiro turno morno, resolvemos jogar com a camisa. Foram vitórias históricas, derrotas ridículas, viradas inesquecíveis e acima de tudo emoção. Fluminense sem emoção, não é Fluminense. Sonhamos com o título e brigamos até o fim mas as nossas derrotas de hoje (em Floripa e no Rio), acabaram com as chances do Tetra. Hoje, a matemática nos venceu.

O JOGO

Em um clássico típico carioca, jogo bastante aberto e movimentado com chances claras pros dois lados, Fluminense e Vasco brindaram os torcedores com um ótimo jogo. Fred e Dedé fizeram um lindo duelo. Individualmente, Fred foi melhor. Fez gol, deu passe, se desmarcou e conseguiu realizar um bom jogo. No coletivo, o sistema defensivo do Vasco acabou sendo superior, contando com a sorte e com sua competência, conseguiu evitar a vitória do Flu.

Lá atrás, Diego Cavalieri foi regular. Talvez desse pra evitar o segundo gol, mas está longe de ser culpado. Podemos afirmar depois de muito tempo que temos um goleiro.

Na zaga, Elivélton mostrou aos tricolores que podemos sim ter esperanças. Tem tudo para se tornar um grande zagueiro, coisa que Leandro Euzébio está muito longe de ser.

Carlinhos e Mariano foram seu retrato de todo o campeonato. Mariano, sempre regular, fazendo boas jogadas e pecando na hora de cruzar e Carlinhos dormindo em alguns momentos e brilhando em outros.

Assim como nosso lateral-esquerdo, nosso camisa 8 sofre do mesmo problema. Tem futebol, tem potencial mas em muitos momentos do jogo simplesmente se desliga da partida. Nosso zagueiro improvisado de volante, Edinho fez o que ele sabe fazer nesse posição, correr e dar porrada.

Na armação das jogadas temos dois jogadores completamente opostos. Enquanto um, se mata em campo, corre para cima e pra baixo, se aplica taticamente mas apanha da técnica, o outro desfila em campo. Deco hoje, mais uma vez, deu um show! Entre dribles, chapeusinhos e passes de efeito, o luso-brasileiro foi o responsável pela criação das melhoras jogadas do Flu.

No ataque, Sóbis em péssimo dia foi um dos responsáveis pela derrota. Já Fred, confirmou a ótima fase fazendo um bonito gol e participando das principais jogadas de perigo.

O que vemos em nosso elenco hoje são dois jogadores muito acima dos outros. Fred e Deco são craques e é lindo vê-los jogar. Para a libertadores, precisamos de laterais (direito e esquerda),  de no mínimo um bom zagueiro e um volante de saída de bola.

Hoje, foi um dia triste para a torcida mais bonita do Brasil, mas não podemos nos deixar abater. Amanhã, já começa a Libertadores. Que continue o orgulho pelo tricolor dentro de nós, poi,s a esperança continua, o amor continua. Nas boas e nas más essa torcida estará ao seu lado.  Fecho esse post com um trecho de um samba de nossa torcida:

É, a esperança continua! Amor, meu tricolor sou seu poeta pelas ruas!”

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Bem vindo, Wagner!

Galera tricolor,

Wagner é o novo reforço do Flu para a Libertadores 2012!

O meio campista canhoto revelado no América-MG e apresentado ao Brasil com suas belíssimas atuações no Cruzeiro vem pra corrigir um erro da diretoria tricolor e melhorar ainda mais o bom meio campo do Fluzão.  O erro que eu me refiro foi na contratação de Martinuccio. Nossa diretoria junto de Abel Braga o contratou pra jogar de meia, posição que não agrada ao argentino que pediu ao nosso técnico pra jogar como segundo atacante.

http://www.youtube.com/watch?v=YV1atNUNpvY&feature=related

Considerando as ausências de Deco, a irregularidade e a provável saída de nossa “joia” Lanzini e o péssimo rendimento de Souza, Wagner tem tudo pra já chegar de ”titula”. Confesso que não acompanhei sua passagem pela Europa (Lokomotiv de Moscou e Gaziantepspor) mas se jogar perto do que jogou na libertadores de 2009 pelo Cruzeiro tem vaga certa entre os 11. Além disso, Wagner vem pra suprir duas necessidades de nosso elenco. A primeira é nas cobranças de falta. Diferente dos atuais jogadores do Flu, ele é um exímio cobrador. Outra ponto importante é que o único canhoto do meio-campo do Flu é o Marquinho, que não faz a mesma função que Souza, Lanzini e Deco fazem no Flu, de armar as jogadas.

Montillo no Flu?

O que está rolando pelos corredores das Laranjeiras é que o craque Montillo é prioridade de contratação para a Libertadores. A negociação só deve esquentar após o fim do campeonato. Por enquanto, não passa de vontade (e grande!) da diretoria, Celso Barros e Abel de contar com o Argentino. Vamos aguardar.

Saudações Tricolores.

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- A CBF irá aguardar o fim da próxima rodada para decidir os mandos da última rodada. Ainda não tem nada definido!

Nobres tricolores,

Como já diria Capitão Nascimento: “missão dada amigo, é missão cumprida”, e dessa vez foi cumprida com excelência. Ao ser entrevistado antes do jogo por uma rádio local que me perguntara o placar, respondi com aquele otimismo: “Vai ser 2 a 0, fora o baile! Dois de Fred!” Pois é, nem minha (até exagerada em algumas situações) confiança hoje esteve à altura desse time.

Junto de mais quatro amigos, cheguei a Floripa na manhã de sábado. O voo já mostrava o clima do jogo do dia seguinte. Muitas camisas do Fluminense e a saudável provocação entre os torcedores. A lembrança da final de 2007 sempre vinha pra encerrar o assunto. Na cidade, muitas camisas do Figueira e Avaí, que acabara rebaixado no dia. A escalação de Wellington Nem tomava conta dos papos de botequins e os tricolores já começavam a tomar as ruas de Florianópolis.

Eis que chega o grande dia. O clima de cordialidade já havia mudado e a tensão do jogo já era visivelmente presente na cidade. Ao chegarmos à praia de Joaquina para almoçar, fomos recebidos já com avisos de que tricolor ali não era bem vindo e que tínhamos parado no lugar errado. Seguimos para o evento “Tricolor em toda a terra” que contou com a ilustre presença do Pelé do Piano: Arthur Moreira Lima. Uma ótima confraternização entre tricolores do Rio e de Santa Catarina. As 15hrs partimos para o Orlando Scarpelli, estádio que guardo ótimas recordações, já me sentia em casa.

Nos arredores do estádio, a galera tricolor já começava a tomar conta. Reunidos em um bar na esquina da entrada dos visitantes, a torcida tentou secar o líder do campeonato, entre cantos de incentivo e alguns incidentes isolados (como o roubo de uma mochila), fizemos um corredor humano pra receber o ônibus do Fluzão. No rosto dos jogadores estava estampado o sorriso confiante numa vitória histórica que estava por vir.

Fred, Fred e Fred!

Em um primeiro tempo com o time da casa um pouco melhor no jogo mas sem grandes emoções, o lance de destaque ficou pra nossa revelação. Elivélton mostrou hoje não ser só uma boa promessa pra zaga e sim um grande guerreiro, voltando ao jogo mesmo após ter quebrado dedo. Por favor, evitem comparações absurdas como “novo Thiago Silva”. Elivélton já mostrou sim ter tudo para ser um bom zagueiro. Vejo muitas qualidades no garoto, mas ainda há notáveis falhas, na bola aérea, de posicionamento e sobre tudo ganhar mais experiência.

No segundo tempo, um show! Conduzidos pelo maestro Deco e liderados pelo capitão Fred, os “Guerreiros” deram uma aula de futebol. Entrosamento, muita dinâmica e os craques mostrando o porquê de serem diferentes dos demais. O que falar da fase de Fred? Que me desculpem pelo meu oportunismo barato que eu tanto condeno de alguns jornalistas, mas o Fred (em forma) é o melhor centroavante do Brasil. 19 gols em 17 jogos. Mais do que números, mais do que gols, ele é o cara que sabe a hora de sofrer uma falta, a hora de acelerar o jogo, de puxar um contra-ataque, até na defesa hoje ele ajudou. E como é lindo ver nossa joia argentina entrar e dar uma assistência daquelas, nosso guerreiro Marquinho ser coroado com um gol, nossos laterais fazerem mais uma boa partida. Ter confiança no goleiro após mais de uma década negra do gol tricolor. Hoje, o show foi completo! A missão no Scarpelli mais uma vez, foi cumprida!

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- Ao Figueirense deixo a seguinte proposta: Wellington Nem pela vitória em cima do Corinthians no próximo domingo.

- Os ingressos pro Vasco x Fluminense começarão a ser vendidos na próxima quarta-feira. Corram porque vai acabar no dia. Eu sugiro a compra pela internet.

- Em breve estarei postando os vídeos e fotos do jogo!

Seguimos vivos, seguimos na luta! Vamos acreditar até o fim!

Saudações Tricolores,

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Epopeia Tricolor

Nobres tricolores,

não poderia começar esse blog de maneira mais especial.  Confesso que ainda estou sobre os ‘efeitos colaterais’ de um jogo como esse.  A mídia considerará nas manchetes de amanhã uma vitória atípica. Uma vitória improvável. Única. Mas, nós tricolores sabemos, foi uma vitória bem Fluminense. A cara desse “time de Guerreiros”, a cara dessa torcida que gosta de sofrer, uma torcida que mostra seu amor nos momentos mais difíceis.

A chegada ao Engenhão mais parecia de um jogo a noite de taça Guanabara.  Os tricolores iam se dirigindo ao estádio em clima de ressaca do feriado em uma quarta-feira fria e chuvosa. O clima não era de nervosismo, nem de apreensão. Como diz uma expressão da torcida do Flu, lá estavam os “10.000 de sempre!”  Como se fosse uma “obrigação”, lá estão eles em todos os jogos, seja disputando título, disputando rebaixamento, em último ou no meio da tabela. O amor ao tricolor os leva ao estádio. Mesmo sem saber o porquê de estar ali, após uma derrota tão apática, eles sabiam que coisa boa estava por vir.

Com 5 minutos de jogo, caiu a ficha! Sim, Brasil, nós estamos disputando o título brasileiro. A matemática que tanto nos persegue não nos subtrai, ela nos multiplica.  A calma se transformava em nervosismo e o “amistoso” já tinha cara de final.

O que veio depois disso não é necessário que eu escreva, está dentro de cada tricolor. Cada um de nós sonhará com a ficha técnica desse jogo. Nessa madrugada acordaremos comemorando gols do Fred, teremos pesadelos com a nossa defesa, aplaudiremos a partida de Carlinhos (quem diria!) e a única certeza será o sorriso no rosto de cada tricolor nesta linda quinta-feira!

Estamos vivos! Respeitem o atual campeão Brasileiro!

Saudações Tricolores.