chicobarney

Trazendo na mala bastante saudade

Semana passada teve uma fuga em massa no presídio de Florianópolis. A segunda em pouco tempo.

Um dos foragidos, hoje, desistiu da boa vida.

O tal glamour da liberdade não era aquilo tudo.

Estava passando frio na rua, e achou melhor voltar para a cadeia.

São tempos bicudos.

Não pediu para sair, mas implorou para voltar.

E o Avaí com isso?

A gloriosa Esquadra Azurra está passando frio na Série A.

Estamos todos tremendo, e não é de medo.

É falta de acolhimento.

Um bando de cidadão desassistido.

Que volte, pois, para o aconchego do lar.

É um lugar esquisito, sem muitas condições.

Só está lá quem errou, mas nunca parece que mereciam estar lá.

Ainda assim, deve ser melhor que passar frio.

Voltemos logo para nossa cadeia, Avaí.

Saudades do aconchego que é a Série B.

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JOGAR, REZAR E FRACASSAR

Nove gols em três jogos, isso tudo no espaço de uma semana. Uma média que certamente seu time adoraria ter – a menos que esses fossem os gols tomados, como é o caso do Avaí.

Mas a matemática costuma ser cruel. Vamos ver o que realmente aprendemos nesse espaço de tempo que separa os dois últimos sábados de futebol lamentável.

Uma lição fundamental é que jamais o Avaí deve aceitar competir qualquer coisa como a Copa do Brasil novamente. É um grande desperdício de tempo, dinheiro e esperanças.

Vale usar essa trinca de investimentos para continuar lutando por um transporte marítimo ligando o continente à ilha, pela restauração da Ponte Hercílio Luz, até mesmo pela liberação da maconha e por todas as outras coisas fundamentais ao povo de Florianópolis.

Mas, por favor, vamos esquecer isso de tentar ter qualquer relevância maior no futebol profissional.

Por último (mesma posição ocupada pela gloriosa esquadra azurra na tabela do Brasileirão), é importante parar de contratar o Marquinhos toda vez que ele se dá mal em outro time grande. O fracasso precisa ensinar alguma coisa. Se não a ele, ao Avaí.

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Rio, cidade desespero

Só mesmo na ficção que os azuis se deram bem na cidade maravilhosa. Não foi essa semana que o time do Avaí aprendeu a voar no Rio de Janeiro.

O cancelamento do fim do mundo neste sábado abriu espaço na agenda para o Avaí tomar uma coça do Flamengo na estréia do Brasileirão 2011.

Ficou provado que a esquadra azurra não tem vocação para UPP. Não pacificou o Vasco na última quarta-feira, e também não segurou a onda do milionário armamento pesado que o Flamengo trouxe a campo.

Ronaldinho,  como bom gaúcho que é, passa a ser persona non grata em Florianópolis depois de declarações anti-açorianas deflagradas durante o jogo, na forma de boas jogadas. Foi alterado para “cancelado” o status de todos os pagodes (bunga bungas) previstos para 2011 em Jurerê Internacional e no El Divino Lounge.

No atual estado das coisas, esse time do Avaí só fica pronto junto com os estádios da Copa 2014.

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Isso não é vida pra ninguém

Tive o prazer e a satisfação de prestigiar a partida do Avaí contra o São Paulo diretamente de um aprazível bar no Brooklin, na Grande Berrini, em São Paulo.

E lá estavam todos os vascaínos moradores da Teerã brasileira. Estavam emocionados e confiantes depois da grandiosa passagem do time à próxima fase.

Qual não foi minha surpresa ao ver o bar dividido entre duas torcidas: são paulinos frustrados e vascaínos adoráveis. Cabreiros de pegar a turma do Dagoberto na próxima fase, os audaciosos filhos de Dinamite inventaram coros como “Ih Ih Ih É o Avaí!!!!”.

Tão logo o placar se mostrou elástico para o Leão da Ilha, os bravos torcedores cariocas começaram a elogiar a presença de espírito de Carpeggiani e o gosto musical de Rogério Ceni. Mas de nada adiantou.

Com o São Paulo eliminado, é grande a chance dos torcedores do Vasco continuarem torcendo pelo Avaí, evitando assim maiores fadigas contra o Coritiba ou o Ceará na grande final.

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Será que vai dar praia?

É um prazer inestimável começar este blog bem no fim de semana em que os campeonatos estaduais disputam suas finais. E é praticamente a história de uma vida o fato do Avaí não jogar neste fatídico fim de semana.

Assim sendo, vamos discutir algumas alternativas culturais para aproveitar o domingo depois do almoço de Dia das Mães.

# COM A FAMÍLIA

Está em Florianópolis de bobeira, e não tem o menor interesse pelo menos imperdível dos clássicos, entre Criciúma e Chapecoense? Saboreie um crepe na feirinha da Beiramar Norte. Tem muita alegria e diversão para todas as idades.

# COM A GATINHA

Estreou no último fim de semana o épico “Thor”, baseado nas histórias em quadrinhos da Marvel. É legal porque o bem vence o mal, ao contrário do Avaí – que nem pela Chapecoense consegue passar.

# COM OS AMIGOS

Chame seus amigos avaianos e alvinegros e aproveite o domingo para descobrir novos hobbies. Aqui, por exemplo, tem um tutorial sobre como dançar o Melbourne Shuffle. Aproveita que não vai ter ninguém comemorando título no Koxixo’s, liga o som do carro e começa a treinar.

# SOZINHO

A família viajou para Imbituba e você teve que ficar em casa terminando a monografia?  Bom, o Avaí não classificar para as finais do Catarinense é o menor dos seus problemas. Para melhorar seu astral, curta esta playlist com alguns clássicos de Tulla Luana http://www.youtube.com/watch?v=9TEMvxIfWKw&playnext=1&list=PLE3E5D0B2E3C9C422

Voltamos a qualquer momento com novas informações de bastidores sobre o Avaí.